Como foi sua trajetória pela carreira?

 

       Comecei a narrar futebol quando garoto, narrava jogo de botão. Morava em Araxá, e escutava as Rádios do Rio e São Paulo. Aos 16 anos fiz o concurso na Rádio Imbiara, e comecei a narrar os jogos do campeonato amador da cidade.  Vim para Belo Horizonte no início de 60, comecei na Rádio Minas, e logo depois fui chamado para a Rádio Itatiaia em 63, e tive o prazer de narrar o primeiro jogo do Mineirão em 65.  EM 66 Fui para Rádio Inconfidência, e voltei para Itatiaia em 78.

 

Conte algo que aconteceu que te marcou na carreira!

 

        São os jogos, grandes jornadas como a Copa do Mundo que fiz por oito anos, vários títulos brasileiros do Cruzeiro principalmente, e viagens internacionais.

 

Existe alguma diferença do jornalismo esportivo de antigamente para o de hoje?

 

 

 

 

 

 

 

         Hoje é mais moderno e tem as redes sociais que facilitam bastante. Antigamente era muito difícil de fazer uma transmissão, era demorado entrar no ar, era preciso pegar telefone emprestado com a vizinha.  Hoje com o desenvolvimento da tecnologia as coisas ficaram mais fáceis.

 

Existe alguém como exemplo para você na carreira?

 

        Quando eu era pequeno ouvia muita Rádio. Existia narradores muito importantes como Fiori Gigliotti, Pedro Luíz, Jorge Cury. Mas depois que entrei para o Rádio e comecei a narrar futebol, adquiri meu próprio estilo, portanto todos eles foram importantes na minha vida.

 

Quando ingressou na AMCE? O que ela é na sua carreira?

 

        A AMCE é nossa associação e representa tudo e reúne todos os cronistas. Hoje expandiu bastante pelo interior e possui muitos representantes. Comecei na AMCE, tem mais 40 anos.

 

Izabela Cardoso

Alberto Rodrigues – Itatiaia

PERSONAGEM DE UMA HISTÓRIA