Descreva parte da sua história como profissional

 

       Nasci em Sete Lagoas e Comecei no Jornal do Centro de Minas como colunista, aos 11 anos de idade. Depois repórter e redator da Rádio Cultura em Sete Lagoas. Aos 18 fui contratado pela Rádio Capital,  Rádios América, Inconfidência e Alvorada FM. Fui para a Band Minas, onde fiquei 16 anos, no programa Minas Esporte. De lá para a Rede TV, onde fiquei três anos. Atualmente colunista dos jornais O Tempo e Super Notícia, debatedor do programa Rádio Vivo da Rádio Itatiaia. E há 24 anos sou fundador e diretor do jornal Sete Dias.

 

Qual experiência mais te marcou como cronista esportivo?

 

        Cobrir as últimas oito Copas do Mundo, últimas cinco Olimpíadas e sete Copas América, além de três Copas das Confederações.

 

Você tem ou teve alguém como referência na sua profissão?

 

 

 

 

 

 

 

         A maior influência que tive foi do meu pai, leitor assíduo de jornais, livros e revistas. Comecei na imprensa em minha cidade natal, no “O Jornal do Centro de Minas”, assinando a coluna “Pílulas Esportivas”.  o dono  do primeiro jornal onde escrevi, Geraldo Tolentino, que ficou admirado com a ousadia do menino de apenas 11 anos de idade, que se apresentou a ele e disse que “um dia” ainda escreveria naquele jornal.

A qualidade dos textos foi melhorando e dois anos depois fui

contratado pela Rádio Cultura de Sete Lagoas, pelo Geraldo Padrão,

para produzir os programas esportivos da emissora. Foram cinco anos de muita alegria e aprendizado até que aos 18 anos fui contratado pela Rádio Capital, pelo Gil Costa, que estava montando

a emissora em Belo Horizonte. Foi muito bom trabalhar com ele e alguns

dos maiores nome do rádio mineiro. Em jornais de Belo Horizonte minha primeira oportunidade foi no “O Debate”, do

Oswaldo Nobre. Em 1985 fui para a Rádio

Inconfidência, depois de uma passagem de três meses pela Rádio

América. Em 1987 passei a integrar o time do “Minas Esporte”, a

convite do Flávio Anselmo e Flávio Carvalho, onde fiquei até 2005,

quando recebi convite para me transferir para a Rede TV!, onde

apresentei o programa de esportes local, junto com o Lélio Gustavo e o

Flávio Júnior..

 

O que a AMCE representa na sua carreira profissional? Quando entrou na AMCE?

 

        Sou associado da AMCE desde os 17 anos de idade e a entidade me permitiu conhecer e conviver com os companheiros, com quem muito aprendi e a quem sou eternamente grato.

 

Existe alguma diferença para você no jornalismo atual?

 

        A principal mudança foi em função da tecnologia, que acabou com muitos veículos, eliminou muitos postos de trabalho, mas em compensação criou outras oportunidades, com as plataformas digitais. Novos empregos foram criados, maior contato com o público, que agora é direto, instantâneo, sem intermediários. Ficou mais fácil trabalhar, em função da facilidade de comunicação, porém a responsabilidade aumentou, já que o público exige cada dia mais qualidade da informação e tem oportunidade de cobrar imediatamente.

Izabela Cardoso

Francisco Maia Barbosa Duarte - Chico Maia

PERSONAGEM DE UMA HISTÓRIA