Como você começou sua carreira?

 

       O rádio caiu de paraquedas na minha vida.  Na primeira versão da 98 Futebol Clube em 2003 , estava almoçando , era supervisor de telemarketing, e escutei o programa. O Guilherme Melo, imitou o Willy Gonzer. Sempre fui o cara que imitou gente na escola fui e mandei o    e-mail para o programa e deixei meu telefone fixo, pois naquela época não tinha celular, 13 anos atrás. Eles me ligaram, pediram para imitar no telefone e eu imitei. Fui ao programa uma vez em 2003, como ouvinte e imitador e assim minha carreira começou. Primeira versão do 98 Futebol Clube com Gilbert Campos, Marquinhos Baiano, Guilherme Melo e William Jorge. O programa saiu do ar, reiniciou na Rádio Favela. Então fui convidado para ser integrante fixo. Ficamos dois anos na Rádio Favela, depois dois anos Rádio Transamérica BH, e 98 desde 2002.

O Willy Cover, surgiu na 98 em 2003 e voltou em 2010.

 

Você teve alguma experiência que te marcou muito?

 

         Um dia eu fui almoçar e estava ouvindo futebol e teve o futebol da 98, contra o time do Skank e eu narrei o jogo.  Outra foi quando narramos o Atlético, campeão da Libertadores, em 2003.

 

Você teve alguém como exemplo?

 

 

 

 

 

 

 

  Gilbert Campos, Marquinhos Baiano, Guilherme Melo e o Dudu Grafite.

 

O que tem de diferente na sua carreira hoje?

 

        A 98, mudou a minha vida. Sempre trabalhei com Gestão, Televendas, algo mais profissional e crítico. E o rádio foi amor á primeira vista. E assim passei a sonhar narrar o Atlético narrando com humor.

 

Como você começou na AMCE, o que ela é na sua carreira profissional?

 

        Foi uma das maiores vitórias que tive na minha vida. O tempo foi passando e o meu amor pelo rádio foi crescendo. O dia que conquistei a carteirinha da AMCE, e passei a andar como cronista esportivo, foi uma vitória profissional e pessoal. Tenho orgulho da carteira da AMCE.

Ela tem o desafio de cada vez mais engajar os profissionais da imprensa. E nós também associados precisamos nos unir para algumas coisas entre elas o estacionamento do Mineirão. Associação forte com associados fortes.

 

Qual a relação do humor com o futebol?

 

        É o futuro da transmissão do futebol. Alguns anos atrás a transmissão do futebol era muito séria. O humor mostra para as pessoas que o esporte é a coisa mais importante entre as menos importantes, não é preciso levar tão a sério, o esporte é entretenimento. O humor conta a verdade brincando.

Izabela Cardoso

Eduardo Madeira – Cronista esportivo

PERSONAGEM DE UMA HISTÓRIA