Como é a sua trajetória pela profissão?

 

       Desde criança sempre gostei muito de futebol, acompanhei jogos, e acompanhava principalmente a Rádio Itatiaia.  Fiz curso na Católica e durante o curso consegui trabalhar na Rádio Itatiaia, como Rádio escuta e redator. Fiquei por lá durante quatro anos, continuei lá até 93, quando me formei. Passei a trabalhar na Assembleia Legislativa, como assessor parlamentar, e em 96 voltei para o jornalismo esportivo no Hoje em Dia, onde trabalhei de 96 até 2004, quando me chamaram para o Estado de Minas , que fiquei de 2004 até 2016.

 

Quais os desafios você teve na carreira?

 

         Foi que tínhamos que aprender tudo na prática e isso foi algo que a Itatiaia me ajudou muito. Porém a faculdade me deu uma base boa para seguir carreira. Como não tinha experiência nenhuma e ninguém da família na profissão, fui aprendendo no dia a dia. Outro desafio foi quando comecei no Hoje em Dia, pois não tinha experiência nenhuma com jornal, portanto foi tranquilo.

 

Qual sua maior experiência como cronista esportivo?

 

 

 

 

 

 

 

         Foi cobrir a Copa do Mundo, da África em 2010, onde fiquei por 50 dias com a turma da TV Alterosa, havia o pessoal do Correio Brasiliense, então cobrimos a Seleção Brasileira, ela perdeu voltou, portanto ficamos lá, quando cobri a final da Copa.

 

Com o jornalismo tecnológico qual sua opinião em relação ao impresso?

 

        Estamos vendo principalmente em Belo Horizonte, que o impresso está diminuindo. A tendência é que se não acabar, ficará insignificante, e isso faz parte da evolução. Hoje as pessoas vivem na internet, com seus celulares na mão, o pessoal mais novo não criou o costume do impresso, e existem aqueles que não abrem mão do impresso. O jornal impresso precisa descobrir um modelo diferente para conseguir mantê-lo, como o Rádio.

 

Existe alguém em que você se espelha na carreira?

 

        Não. Quando era criança ouvia muito o futebol da Rádio Itatiaia, os repórteres, comentaristas, porém não segui a carreira de Rádio. Acabei indo para o impresso, então não existiu alguém para me espelhar.

 

Como jornalista o que a AMCE representa para você? Quando entrou na AMCE?

 

        Entrei na AMCE, em 92. No início, tínhamos o clube da Ressaca, saímos todo sábado com o pessoal da Itatiaia e passava á tarde no clube. Participei do processo da venda, troca da casa, o local antigo era difícil de frequentar, portanto foi uma época boa, que havia um bom convívio.

 

Izabela Cardoso

Eugênio Moreira- Jornalista

PERSONAGEM DE UMA HISTÓRIA