Conte–me um pouco da sua trajetória no jornalismo?

       Comecei ainda na faculdade.  Desde o primeiro período na TV Universitária. Depois do quarto período fui para Rádio Itatiaia onde fiquei por três anos. Logo depois TV Alterosa, onde estou há seis anos.

 

Como jornalista esportiva existe um momento que te marcou?

 

       Várias coberturas. Pois não comecei no esporte. Já cobri tragédia umas que nos marcam como acidente de avião, alegria demais.  No esporte são vários momentos, principalmente quando os times são campeões. Campeonato Brasileiro (Cruzeiro) Libertadores (Atlético). Também momentos do MMA, todos os UFCS do Brasil, ver ídolos como Anderson Silva, Wanderlei Silva, Shogun.

 

Como está o papel da mulher no esporte hoje?

 

 

 

 

 

 

 

         Este Tabu está mais tranquilo, mesmo que ainda exista um pouco de preconceito. Existe uma coordenadora de esporte Úrsula Nogueira, muitas repórteres como Andreza, eu, Maíra Lemos, Karina.

 

Qual dica você daria para aquelas pessoas que já estão ou irão começar na profissão?

 

        Depois de Deus, da família tem que ser o jornalismo. Pois se a pessoa não gostar ela não fica. Pelo menos não no jornalismo de redação e de rua.

 

Existe alguém como referência na sua carreira?

 

       Tenho muito referencial no MMA, Marcelo Alonso que é um dos primeiros repórteres que começou a cobrir no Brasil, e tem biografias completas sobre MMA.

 

Quando se ingressou na AMCE ?  E o que ela faz por você ?

 

       Ingressei na AMCE em 2010. ELA é um Facilitador dos caminhos do jornalista. Uma entidade que nos ajuda bastante que coordena algo necessário para nossa cobertura. Para que ela seja algo mais tranquilo e necessário.

 

Izabela Cardoso

Isabel Guimarães

PERSONAGEM DE UMA HISTÓRIA