Como você iniciou sua carreira ?

      Comecei no rádio em 98.Na rádio Caratinga na época. Depois que  entrei na rádio Caratinga, passei por várias outras emissoras. Rede Mineira de Rádio, voltei para Rádio Caratinga, trabalhei um tempo na transamérica aqui em BH fui fazer esporte, voltei para Rede Mineira de Rádio e hoje estou na Rede Gerais de Rádio. Então desde 98  estou direto na área esportiva principalmente porque é a área que sempre tive paixão e sempre quis entrar no mundo esportivo. Desde 98 que estou nesse mundo que para mim é cheio de emoção e um prazer imenso estar no rádio esportivo.

 

Qual a experiência maior que você teve?

 

      A primeira vez que transmiti um jogo, por exemplo,  foi Cruzeiro e Flamengo, pelo Campeonato Brasileiro de 98. Lembro Eurico Gade era o dono e narrador da Rádio Caratinga ele estava narrando até os 40 minutos do primeiro tempo e eu peguei o microfone narrei o primeiro tempo voltei para narrar o segundo tempo e fiz o jogo até o final.  No primeiro momento a narração veio com coração disparado, foi um momento que me marcou muito. Depois vieram vários outros momentos, primeira final que fiz no Campeonato Mineiro, Campeonato Brasileiro que naquela época  tive o prazer, o Cruzeiro naquela época foi até o final do Campeonato .Final de Campeonato Brasileiro e depois transmitiu a primeira vez também no Maracanã que naquela época era considerado o tempo do futebol no Brasil. Libertadores, quando se transmite a Libertadores é Internacional , a emoção é diferente, o clima é diferente e tive o prazer de transmitir em 2013 o Campeonato que o Galo ganhou Libertadores. Então são emoções diferentes que você vai sentindo a cada momento, a cada partida, a cada jornada.

 

Qual a diferença do jornalismo de antigamente para o de hoje?

 

 

 

 

 

 

 

        Hoje está muito alicerçado na tecnologia,  você precisa estar sempre atualizado, facilitou muito o trabalho do jornalista esportivo. Usamos a tecnologia para transmitir futebol com uma qualidade muito maior. Isso também traz o seguinte você tem que estar mais em busca da informação, a informação corre muito mais rápido. Você tem que estar sempre atualizado , pesquisando , acompanhando porque a mudança é muito rápida. A coisa de você acompanhar  e a rapidez que as coisas acontecem hoje. Quando eu comecei a velocidade da informação era uma, hoje é muito maior. Diante da tecnologia a velocidade da informação essa é a principal diferença do jornalismo de um tempo atrás para um tempo mais moderno.

 

Você tem alguém como modelo na carreira?

        Tem dois que eu sempre gostei muito da narração da Rádio Globo do Rio que hoje está na Rádio Tupi que é o José Carlos Araújo gosto muito do estilo dele e outro do Rádio São Paulo é o Éder Luíz o cara é um canhão para poder narrar. Á parte mais humorística do rádio carioca é o José Carlos Araújo e a parte técnica de uma emoção e de uma potência vocal tremenda que é o Éder Luiz de São Paulo

 

O que a AMCE é para você?

    A AMCE é a Associação que nós sempre contamos com ela quando chegamos aos estádios. Quando você percebe que tem alguém da AMCE lá você chega com mais segurança com tranquilidade para trabalhar e entendemos que a AMCE ela cresceu muito nós últimos anos. O apoio do jornalista esportivo e radialista,  aonde você chega, praça de esporte que você chega em Minas Gerais tem sempre alguém da AMCE. Sabe que ali vai ser bem atendido, orientado, e sempre na boa vontade para poder ajudar, orientar o jornalista, radialista que vai trabalha. A AMCE é a classe que no meu entendimento hoje representa muito bem por isso o Luiz Carlos Gomes com a diretoria, está fazendo um trabalho muito bacana e entendo que quem assumir o lugar dele deve continuar o trabalho de valorizar o radialista.

 

Izabela Cardoso

Januário Pacheco – Redes Gerais

PERSONAGEM DE UMA HISTÓRIA