Como você iniciou sua carreira ?

   Desde muito novo eu tive esse lado da notícia da informação, sempre fui muito interessado a isso, em estatísticas, então ao longo dos anos eu só imaginava na condição de jornalista.  E o estudar o jornalismo foi uma consequência de tudo isso. As matérias que eu assistia ela televisão quando eu era novo, ficava o dia inteiro vendo televisão, vendo no caso produtos jornalísticos, o rádio também a mesma coisa, então isso sempre me deixou com a certeza de que eu seria um jornalista um dia. Então fui para UNIBH, me formei em jornalismo, eu já estava no meio, eu era radialista, tive passagens pela rádio Extra, BH FM, e paralelamente a isso estudando jornalismo, aí até quando eu me formei de jornalista fui trabalhar na TV MINAS, e lá fui para o jornalismo esportivo e estou até hoje na Record.

 

Quais foram os desafios que você teve na carreira?

 

   O desafio é você sempre ter a condição de mostrar o seu trabalho, de te darem a primeira chance, primeira oportunidade. Eu como comecei novo, 16, 17 anos, já em rádio, isso me ajudou muito para ir já conhecendo as pessoas, ter contato, ser conhecido, então naquele momento comecei a buscar cavar meu espaço, não vou falar que foi fácil. Eu falo para os estudantes de jornalismo que não adianta ás vezes você chegar, no sétimo período, acho que no quarto, quinto período que é o limite para você está buscando estágio, você ser conhecido e conhecer as pessoas e por aí que você tem que começar um contato com a profissão, um contato mais cedo bem antes de formar, porque depois de formado, dificilmente uma redação vai contratar, acho que não que não vai acontecer, mas as chances diminuem muito.

 

Qual foi a experiência que mais te marcou até hoje na sua carreira?

 

 

 

 

 

 

    São muitas, muitos eventos esportivos, mais especializados em esportes, faço matérias também que não seja esporte. A gente não pode ser bitolado também, ter apresentado o globo esporte foi demais, narrar o jogo de futebol é muito legal, no ano passado pela Record tive a oportunidade de fazer o Pan, eu narrei 14 modalidades, eu já vivi vários, mas um momento que vai ser o mais marcante vai ser agora nas olímpiadas eu vou ser um dos narradores da Record nas olimpíadas do Rio de Janeiro. Então eu já me imagino andando na Vila Olímpica, tendo contato com as feras dos esportes de todo o mundo, de viver aquela atmosfera, energia boa, então eu acho que isso para mim vai ser a realização de um sonho, então eu acredito que o meu ápice ainda está por chegar será daqui a três meses nos jogos olímpicos, tendo a condição de narrar para a Record várias modalidades esportivas, vai ser muito legal.

 

 

Você tem  alguém como exemplo na sua carreira?

     Nós nos espelhamos em vários profissionais, é o Brasil na área de comunicação, do jornalismo, publicidade. O Brasil tem muitos profissionais capacitados. Então assim eu sou fã de muita gente, é difícil falar um nome, eu me espelho em profissionais do rádio, da televisão, do jornal escrito, é muita gente para admirar.

 

 

Izabela Cardoso

Marcos Leandro- TV Record

PERSONAGEM DE UMA HISTÓRIA