Como você começou sua carreira?

 

       Fazia campanha política, mas queria esporte. Passei rapidamente pelo impresso, assessoria. Depois TV BANDEIRANTE, TV MINAS.  Na TV ALTEROSA, fiz polícia, geral, comunidade, esporte. Repórter mineiro para SBT, cobertura da Copa do Brasil. Depois no início da década de 90 fui para o editor responsável instinto do Jornal AQUI que era bastante popular. Fui para TV ASSEMBLÉIA, como repórter terceirizado. Voltei para TV ALTEROSA, no sul de minas como chefe de jornalismo e fiquei seis anos. Em 2005, voltei para Belo horizonte como repórter do Alterosa Esporte e quando preciso substituto do editor responsável. Recentemente como repórter e editor responsável do Alterosa no Ataque, e comandando o programa Bola na Área.

 

Qual a experiência que mais te marcou na carreira?

 

        Foi quando o jogador do Cruzeiro Diogo Bucuri em setembro de 2006, sofreu um infarto antes do treino. Ele havia passado por nós e cumprimentado, e logo depois caiu. Nós mostramos tudo. Era eu Gilmar Alves e o Amaral. Foi chamado ambulância, médicos, na matéria saiu tudo sobre o ocorrido. Quase morreu e encerrou sua carreira como jogador.

 

Qual o conselho você daria para aqueles que já são profissionais e os que estão começando?

 

 

 

 

 

 

 

         Correr atrás, ir á luta. Mesmo com as redes sociais hoje, precisa pegar o currículo e bater de porta em porta na cara de pau. Conhecer pessoas, conversar com todos porque elas têm capacidade de abrir uma porta para você. Foi assim comigo quando fiz estágio na Band, conversando com Cinegrafista ele me disse sobre essa vaga.

 

Você teve algum exemplo na sua carreira?

 

        Cafunga foi goleiro do Atlético, simples, bem humorado, ele tinha uma resistência no programa que era ele sozinho e eu fiz parte da história dele. E quando ele se foi em 91, estava de plantão e fiz toda cobertura do velório. Um outro é o Osvaldo faria tinha um comentário na Rádio Itatiaia que eu adorava ouvir, o nome do quadro era” coragem para dizer a verdade”.

 

O que a AMCE representa para você?

 

        Muito importante. Primeiro por ser nossa entidade de classe.  Sempre me deu suporte desde início. Luiz Carlos Alves, Flávio Anselmo, Carlos Cruz, Ivan. Uma entidade que abre portas, mesmo com dificuldade financeira está sempre presente. Ajuda colocar ordem na casa. Agiliza, facilita nosso contato profissional com os clubes. Um lugar onde tenho amigos, conhecidos e que cresceu muito. Era só Belo Horizonte, passou a receber jornalistas do interior, é a nossa casa de trabalho. Inclusive apoio ao pessoal da técnica. Importante para o crescimento profissional de todos.

Izabela Cardoso

Péricles – TV Alterosa

PERSONAGEM DE UMA HISTÓRIA